Veículos elétricos: Renault é líder

No último ano a Renault aumentou em quase 28% as suas vendas nacionais de automóveis elétricos, conquistando a liderança deste mercado, com uma quota de 17,5% nos veículos ligeiros de passageiros e comerciais. Num mercado que registou uma forte quebra (-34%), 9% dos automóveis de passageiros vendidos pela Renault em 2020 foram modelos eletrificados (elétricos e híbridos); um share atingido também graças ao início de comercialização, no último quadrimestre de 2020, das versões híbridas plug-in do Captur e do Mégane, bem como da variante híbrida do Clio. Em Portugal o segmento dos automóveis elétricos esteve em contraciclo com as motorizações tradicionais, fortemente atingidas por um contexto de mercado bastante negativo, justificado pela pandemia que assola o mundo: confirmando a crescente aceitação e o aumento da procura pela mobilidade elétrica, em 2020 as vendas de automóveis elétricos cresceram 14%. E neste mercado particularmente dinâmico a Renault registou um crescimento das vendas de 28% (o dobro do mercado), o que lhe valeu a liderança, com uma quota de mercado de 17,5%, correspondente a um total de 1415 unidades vendidas (passageiros + comerciais ligeiros); com 1208 unidades vendidas (+25% face a 2019), o ZOE foi o modelo mais representativo entre os veículos elétricos da marca francesa e o segundo automóvel elétrico mais vendido em Portugal no ano transato. O novo ano de 2021 vai ser pródigo em novidades elétricas na gama Renault: o mês de janeiro é marcado pela chegada à rede de concessionários do Twingo Electric, sendo depois o plano de lançamentos alargado com a chegada do Captur E-TECH híbrido e do Mégane E-TECH híbrido plug-in (versão berlina); ao longo do ano será ainda comercializado, além do novo Kangoo, o Arkana com motorização híbrida, enquanto a Dacia fará a entrada no mundo da mobilidade elétrica com a chegada do Dacia Spring.



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